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#TBT; Setembro Verde & Amarelo: Como os profissionais de saúde podem ajudar na luta contra o suicídio

A união de diversas especialidades médicas no reconhecimento do público de risco pode ser fundamental para a prevenção do suicídio.

03/10/2019 - 16:00

 

A cada 40 segundos, uma pessoa tira a própria vida. A cada ano, um milhão de pessoas se suicidam. No Brasil, são 32 duas mortes por dia.  Os números trazidos pelo Centro de Valorização da Vida (CVV) chocam e provocam desconforto. O suicídio ainda é um tabu rodeado de preconceitos pela sociedade.  Abrimos esse texto com estatísticas para chamar atenção e, principalmente, provocar o diálogo. No Setembro Amarelo de 2019, vamos valorizar a comunicação e a troca de informações.  Falar sobre o assunto é a melhor forma de ajudar. O suicídio é uma questão de Saúde Pública, assim, convidamos diversas áreas e especialidades da saúde para lutar conosco nesta ação de prevenção.

 

 

Em 2006, o Ministério da Saúde publicou a portaria n. º 1876 com diretrizes nacionais sobre a prevenção do suicídio a serem implantadas em todas as unidades de atenção à saúde. Nela, discorrem-se orientações para assegurar atendimento adequado ao paciente com risco. O contato com pacientes com tendências pode acontecer dentro da rotina dos centros médicos e clínicas: a orientação mais importante é ouvi-los e demonstrar empatia. Mensagens de respeito pelo que a pessoa diz é uma forma de acolhimento. Nos casos em que o indivíduo sobreviveu à tentativa, não o julgue, nem o coloque em uma posição de inferioridade. Especialistas da saúde são aptos para salvar vidas independentemente das circunstâncias.

 

 

Profissionais de atenção primária, como enfermeiros: vocês podem perceber os sinais de pacientes que cogitam suicídio através do diálogo e das interações nos cuidados básicos. Profissionais de serviços especializados: a abordagem correta no atendimento também é de fundamental importância para a prevenção. Levem em consideração os aspectos individuais de cada caso e conversem com os familiares!

 

 

Quando identificado o risco, encaminhe a pessoa para uma assistência especializada. A Sagrada Família abraça essa causa e a cada dia se esforça para oferecer atendimento humanizado, capacitação e informações sobre o comportamento em questão, se comprometendo com a valorização vida.

Via Policlínica Sagrada Família

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