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Startup: o modelo de negócios que chegou para ficar!

O modelo pode figurar como um negócio extremamente lucrativo

07/01/2020 - 08:00

 

No atual contexto econômico de forte incentivo ao empreendedorismo, destaca-se a ideia de formação de Startups. Os especialistas as definem, basicamente, como um grupo de pessoas ou mesmo de pequenas empresas que procuram um modelo de negócio que seja necessariamente repetível e escalável, mesmo que opere em circunstâncias de grande incerteza. Para seu funcionamento, o grupo de pessoas, ou ainda o empreendedor individual, inicialmente, identifica uma demanda de mercado mal atendida. Após tal análise, propõe uma ideia inovadora de serviço/produto que possa suprir aquela necessidade detectada.

 

 

É nesse instante que se revela a característica de modelo de negócio repetível, pois, mediante a determinação de um padrão, a Startup deve disponibilizar o seu serviço/produto em grande escala, de forma que atenda ao maior número de clientes possível. Em razão dessa formatação de um padrão de serviço, capaz de corresponder a uma grande demanda, é que a Startup pode figurar como um negócio extremamente lucrativo. Exatamente porque o modelo proposto deve ambicionar ser capaz de gerar um relevante aumento de receitas, atendendo ao maior número de clientes, por ser repetível e escalável, sem, contudo, comportar um significativo aumento nos custos.

 

 

Assim, considerando as peculiaridades intrínsecas ao modelo de Startups, é preciso que os empreendedores que optem por esse tipo de negócio estejam precavidos quanto às nuances do segmento de mercado escolhido, mitigando ao máximo os riscos que cercam o business escolhido. Para tanto, é imprescindível contar com uma assessoria jurídica personalizada, a começar pela montagem da Startup, alinhando os interesses dos sócios envolvidos, além de orientá-los quanto aos caminhos que devem ser percorridos para consolidação de sua estrutura societária e operacional.

Neste sentido, deve o empreendedor incluir, no plano de negócios da sua Startup, desde a fase pré-operacional, a contratação de uma banca de advocacia da sua confiança e que tenha expertise para atuar no segmento. Isso porque a advocacia preventiva confere maior segurança aos envolvidos no projeto – empreendedor, colaboradores, parceiros, consumidores, fisco e a sociedade em geral –, reduzindo assim os futuros conflitos, otimizando os ganhos e contribuindo para o crescimento da economia de forma sustentável.

Um grande abraço e bons negócios!

 

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