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Saiba mais sobre a dor em cotovelo com Dr. Alan Aloísio

Marcelo Saback - 30/10/2018 - 08:00

Muitas pessoas são afastadas de suas atividades profissionais e cotidianas, devido às dores insuportáveis no cotovelo. Essa aflição pode ser proveniente da Espondilite lateral, que, normalmente, acomete pessoas que fazem movimentos constantes com as mãos e punhos.

A Espondilite lateral, também conhecida como “cotovelo do tenista”, atinge muitos atletas, principalmente os praticantes de Tênis, Golfe, Vôlei e Handebol, pois são os esportes mais propensos a desenvolver esse problema. Apesar desse grupo ser um grande alvo, a doença pode afligir também as pessoas que possuem mais de 35 anos e trabalham em profissões que exigem muito o uso das mãos para digitar, escrever ou  desenhar.

Talvez você faça parte de um dos grupos acima e ainda não sentiu nada. Mas saiba que esse problema é desenvolvido conforme a intensidade e a longa duração dos exercícios com as mãos;  quanto mais o tempo passa, maiores são os riscos de inflamação dos tendões dos músculos extensores do antebraço.

“Imagine os tendões como uma corda fibrosa, eles conectam os músculos e ossos, ditando a força dos movimentos. Quando essa ligação é prejudicada, ela compromete todas as ações do antebraço, causando a temerosa Espondilite”, explica o ortopedista Dr. Alan Aloísio.

 

 

Sensibilidade, rigidez, dor aguda e inchaço na região do cotovelo são os principais sinais da Espondilite. Se esse for o seu caso, o Ortopedista será o especialista ideal para ajudar você. É muito importante buscar o tratamento logo nos primeiros sintomas, porque, quanto mais cedo o diagnóstico, menor a chance da necessidade de uma cirurgia. Além do mais, o avanço da doença pode interromper, até mesmo (sem vírgula após “mesmo”) a realização de atividades básicas do dia-a-dia.

Felizmente a Espondilite tem cura. Para isso, é muito importante seguir todas as orientações do médico durante o tratamento. Prevenir também é essencial e sempre será o melhor caminho: alongamentos e alguns acessórios ajudam na preservação do antebraço, evitando o surgimento ou retorno da inflamação.

“ É preciso ter muito cuidado com a ergonomia, fazer bastante alongamento do antebraço e, principalmente, praticar atividades físicas”, recomenda o especialista Dr. Alan Aloísio.

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