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PROF. DELVARTE SOUZA: ABRINDO PORTAS PARA FUTUROS CONSULTORES FINANCEIROS

06/02/2019 - 08:00

Muito conhecido pelo seu método de ensino direcionado para concursos públicos, o professor Delvarte Souza aponta precisamente os conteúdos exigidos pelas Bancas, dentro do nível de conhecimento necessário, como, de início, atesta a aluna Thaís de Oliveira Silva: “O professor Delvarte nos traz possibilidades reais de aprovação. As provas dos concursos parecem ser elaboradas por ele, pois nelas cai exatamente aquilo que ele abordou em aula. Além disso, o professor pesquisa, estuda os editais, conhece o método de abordagem de cada Banca. Ele nos incentiva a permancer firmes nos estudos. Quem se prepara com ele, mais cedo ou mais tarde será aprovado”, conclui a aluna.

No seu jeito amigo, divertido e inovador de receber e acolher os alunos, o professor ainda se dispõe a acompanhá-los até os resultados finais dos concursos, por meio de WhatsApp, Facebook, Instagram, etc. Recentemente, o professor lecionou “Conhecimentos Bancários” e “Língua Portuguesa” para cerca de 150 alunos do Sudoeste baiano, que, de olho nas 500 vagas para o cargo de Analista Bancário, em todo o País, enfrentaram o concurso do Banco do Nordeste (BNB). Utilizando-se de dispositivos eletrônicos, orientou ainda alunos de outras cidades do Nordeste brasileiro. O aluno Eduardo José Alves dos Santos, de Fortaleza-CE, exprime sua satisfação: “O material elaborado pelo professor Delvarte para nossos estudos é de excelência, muito objetivo, bem focado nas provas. Sou muito grato a ele pelo tanto que me ajudou, mesmo sem me conhecer”.

O professsor nos diz que muitas pessoas detentoras de formação de nivel médio e/ou superior ainda buscam um emprego no mercado bancário. E vai mais longe: “Os alunos querem, nos bancos públicos, tornar-se consultores certificados no mercado para serviços de assessoria financeira aos clientes, entre outros, a otimização da captação e da aplicação de recursos, a avaliação contínua da carteira de investimentos e a oferta de produtos adequados a cada cliente”. Autêntico, o professor revela que, atualmente, uma grande preocupação se espalha entre os futuros consultores financeiros: as propostas de privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Isto posto, os alunos temem que haja suspensão dos concursos públicos.

O professor lembra que, realmente, há poucos dias, o economista Rubem Novaes, indicado para presidir o Banco do Brasil, sinalizou que tem intenção de privatizar ativos do BB, em etapas e por meio do mercado de capitais. Salienta o professor que, por outro lado, Jair Bolsonaro, recém-eleito Presidente do País, declarou: “Algumas privatizações ocorrerão. Outras, estratégicas, não. Banco do Brasil e Caixa Econômica não estão no nosso radar”. (https://economia.ig.com.br/2018-11-29) “Como se vê, as informações e pensamentos tos são ainda contraditórios, deixando-nos totalmente perplexos”, reforça o professor. De qualquer modo – argumenta o professor Delvarte -, de acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, mesmo fora da lista de privatizações, a Caixa e o BB enfrentam processos de encolhimento e ameaças constantes. Mas o professor destaca a ação, em 2017, de movimentos sindicais que conseguiram barrar a intenção do governo federal de transformar a Caixa em sociedade

anônima, provavelmente o primeiro passo para a privatização da estatal. Com muito otimismo, o professor acredita na consciência das maioria dos brasileiros quanto à importância dos bancos públicos e da ação do Estado na Economia. Como exemplo, cita o fato de o BB e o BNB financiarem hoje a agricultura familiar – responsável por 70% da produção de alimentos consumidos pelos brasileiros -, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar-PRONAF, a juros anuais que variam entre 0,5% e 5,5%, a depender da região e do valor financiado. (www.bnb.gov.br/agroamigo) E questiona: “Já pensou nos altos preços dos alimentos se aos agricultores forem disponibilizados apenas os recursos não-controlados (os recursos próprios) dos bancos privados, emprestados a elevadas taxas de juros? E como ficarão os financiamentos de imóveis residenciais sem as linhas de crédito subsidiadas da Caixa?” Para ele, seguramente, movimentos dos sindicatos e de outros setores da sociedade vão batalhar sem cansar contra os ataques aos bancos públicos, no que diz respeito à privatização de ativos, fechamento de agências e planos de demissão.

E acrescenta: “O processo de desestatização não ocorre de uma hora para outra, pois entram em jogo a burocracia brasileira e as pressões exercidas por alguns políticos interessados em manter cargos nas estatais”. Além disso, segundo o professor, especialistas sustentam que a tentativa de vender parte ou até mesmo a totalidade de uma estatal pode ser ainda interpretada como inconstitucional, fato que pode desestimular grupos privados a iniciarem um processo de negociação que certamente vai durar muitos anos. Por fim, o professor Delvarte enfatiza: “A privatização (parcial) pode até acontecer no BB ou na Caixa, mas até lá muita água vai rolar!” E insiste: “Em vista disso, meus alunos-concurseiros, nada de desânimo, nada de parar os estudos, pois muitas oportunidades de emprego ainda surgirão nesses bancos. Estudar assiduamente é o caminho para quem quer entrar neles pelas portas do concurso público”.

77-99121-7590 | delvartesouza@yahoo.com.br

 

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