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A persistência das desigualdades no mercado de trabalho enfrentadas pelas mulheres

"Apesar dos avanços conquistados e dos compromissos assumidos para continuar progredindo, as perspectivas das mulheres no mundo do trabalho ainda estão longe de ser iguais às dos homens", disse a Diretora-Geral Adjunta de Políticas da OIT, Deborah Greenfi

06/04/2018

As desigualdades entre homens e mulheres no mercado de trabalho é um tema que tem sido discutido com bastante frequência. De acordo com o relatório divulgado pela Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo: Tendências para Mulheres 2018  A taxa de participação feminina na força de trabalho em todo o mundo é de 48,5% em 2018. Esse resultado representa uma diferença de 26,5 pontos percentuais menor que taxa dos homens que alcança 75%.

 

Foto da Internet

 

Essas disparidades não são as únicas facetas do problema. As mulheres ainda enfrentam desafios como o preconceito racial, o assédio constante nos meios de trabalho e a própria cultura machista arraigada na sociedade tende a desacreditar no potencial feminino para o mercado de trabalho.

“Apesar dos avanços conquistados e dos compromissos assumidos para continuar progredindo, as perspectivas das mulheres no mundo do trabalho ainda estão longe de ser iguais às dos homens”, disse a Diretora-Geral Adjunta de Políticas da OIT, Deborah Greenfield.

Nesse cenário é importante ressaltar que as políticas públicas voltadas para a inclusão e a valorização da mulher no mercado de trabalho e em toda a sociedade, tem papel crucial na função de diminuir essas desigualdades, a fim de promover qualidade de emprego. Visto que a rotina de uma mulher que tem de conciliar a maternidade, o trabalho e as responsabilidades domésticas são relativamente maiores do que a dos homens.

“Os desafios e obstáculos persistentes que as mulheres enfrentam irão reduzir a possibilidade das sociedades desenvolverem caminhos para alcançar crescimento econômico com desenvolvimento social. Portanto, acabar com as desigualdades de gênero no mundo do trabalho deve continuar a ser uma prioridade máxima se quisermos conquistar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas até 2030”, afirmou o Diretor do Departamento de Pesquisa da OIT, Damian Grimshaw.

 

 

 

 

Fonte: www.ilo.org/global 

Fonte: Carta Capital

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